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Postado por: Soraya Falbo
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Economia em saúde: quanto custa um paciente infectado?

Estudo brasileiro aponta que 48,8% do custo médio do paciente hospitalizado com superbactéria (KPC) está concentrado no período de infecção; soluções de higienização em ambientes de saúde ajudam a reduzir esse impacto econômico.

No ambiente hospitalar, limpeza é sinônimo de saúde. Apesar de demandar altos investimentos com a contratação da equipe médica adequada e a aquisição de equipamentos e insumos, as exigências para o bom funcionamento das instituições de saúde vão muito além do que os olhos podem ver. Quando o assunto permeia os impactos de vírus e bactérias, todo cuidado é pouco – não é à toa que as infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras) são uma preocupação global.

Atualmente, pelo menos 700 mil pessoas morrem a cada ano devido a doenças resistentes a medicamentos, incluindo 230 mil pessoas que perdem a vida por tuberculose multirresistente, segundo estudo encomendado pelo governo britânico. No Brasil, estima-se que a taxa de infecções hospitalares (IH) atinja 14% das internações, de acordo com o Ministério da Saúde.

A capacidade de mutação das bactérias para vencer medicamentos desenvolvidos com a finalidade de matá-las já não é novidade. Assim como o uso de antibióticos exige cautela, outros recursos químicos – como desinfetantes de superfícies ou antissépticos – também precisam de cuidados na aplicação para frear a resistência microbiana e minimizar as chances de sobrevivência dos germes patogênicos em nosso meio.

Um exemplo de superbactéria é a Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), identificada pela primeira vez nos Estados Unidos, em 2000, que pode causar pneumonia e infecções sanguíneas, sendo capaz de evoluir para um quadro de infecção generalizada em feridas cirúrgicas. A transmissão ocorre em ambientes hospitalares pelo contato com secreções do paciente infectado – desde que não sejam respeitadas normas de desinfecção e higiene.

A carga econômica anual direta e indireta ocasionada por bactérias multirresistentes é de mais de US$ 45 bilhões, segundo estudo publicado na França, em 2012. O alto custo no tratamento e as elevadas taxas de mortalidade relacionadas a KPC tornam essa infecção um problema relevante de saúde.

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP), divulgado este ano no Einstein (São Paulo) – publicação oficial de divulgação científica do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein – apontou que o custo médio durante a internação foi de US$ 4.135,15 por paciente, dos quais 48,8% foram incorridos durante a infecção, 28,3% antes da infecção e 22,95% após a infecção. Conforme estimado, os custos aumentaram em pelo menos 72% dos casos durante a infecção, comparando-se aos outros períodos. Os valores considerados foram calculados em dólares americanos (US$), com a referência de US$ 1 para R$ 3,20.

Segundo a pesquisa, significativa percentagem das despesas totais (59,5%) custearam medicamentos antimicrobianos de uso sistêmico durante a internação, mas esse número corresponde a apenas 7,1% das drogas administradas. Os antimicrobianos de uso sistêmico durante a infecção representam 41,2% dos custos totais, o que mostra a importância de programas para seu uso racional.

Com o objetivo de examinar o impacto econômico do tratamento de pacientes infectados com KPC, o estudo foi realizado no Hospital Universitário de Santa Maria, em Santa Maria (RS), entre março de 2016 e dezembro de 2017, e analisou um total de 120 pacientes hospitalizados.

 

TECNOLOGIA DE LIMPEZA REDUZ CASOS DE INFECÇÃO HOSPITALAR

Existem diversas medidas para reduzir a taxa de IH. A simples implantação da prática de lavagem de mãos como atitude para enfermeiros e médicos é uma efetiva iniciativa para controlar as IH. No entanto, as práticas de limpeza/desinfecção são indispensáveis para atingir os índices admitidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Para isso, nada melhor do que contar com a ajuda da tecnologia.

Atualmente, existem equipamentos que desinfectam uniformemente todo ambiente de saúde, como o HyperDryMist, que tem se mostrado altamente eficaz em reduzir a pressão de colonização dos microrganismos, diminuindo novos casos de colonização e infecção, bem como custos hospitalares.

Um estudo com essa tecnologia conduzido em Lodi, na Itália, mostrou a eficiência do HyperDryMist em um surto por Clostridium Difficile (CD). Na Europa uma única infecção por CD custa € 9.000. Durante os dez meses de estudo com o robô, observou-se redução de 77% dos casos de infecção por CD, bem como economia de € 1.490.000 com redução total no tempo de execução e entrega do leito em 50%.

Muitas espécies bacterianas, assim como alguns tipos de vírus e fungos, são capazes de sobreviver no ambiente de cuidado ao paciente por longo período. “Quando as técnicas de limpeza/desinfecção não são aplicadas de maneira adequada, é gerada uma chance de sobrevivência para aquele microrganismo, que em situações favoráveis poderá duplicar sua população. Isso significa que, apesar de haver protocolos bem descritos para a limpeza terminal, sua execução é falha”, explica Carlos Guimarães, presidente da Guima Conseco.

Apesar de muitas vezes na entrega um ambiente parecer visualmente limpo, os microrganismos que são invisíveis a olho nu. Por isso, é interessante que a limpeza hospitalar seja realizada com auxílio tecnológico. O HyperDryMist, por exemplo, elimina 99,9999% de qualquer tipo de organismo. “A tecnologia serve para suprir nossas necessidades e superar nossas incompetências”, conclui Carlos Guimarães.

 

EXPERIÊNCIA QUE GERA ECONOMIA

Além da tecnologia, existem outras maneiras e estratégias de gestão para obter qualidade na desinfecção hospitalar e diminuir os índices de infecção no ambiente de saúde – que exigem o trabalho de equipes não só experientes, mas também preparadas para o tratamento de especificações e áreas críticas.

“Para que a limpeza técnica hospitalar seja realizada com o mais alto padrão de qualidade, é necessário que a empresa conte com as melhores tecnologias, além de uma equipe especializada que atue sob a supervisão de enfermeiros, seguindo rigorosamente as normas dos órgãos reguladores e da OMS, das acreditações e das certificações”, explica o presidente da Guima Conseco.

Carlos Guimarães revela que, na Guima Conseco, todo o processo de seleção dos profissionais alocados em contratos é feito por uma equipe de recursos humanos experiente, cujo objetivo é alocar e substituir recursos de forma rápida, eficaz e garantida. “Também desenvolvemos programas de competências, que transformam comportamentos e aprimoram habilidades”.

O recrutamento e a seleção de profissionais para a limpeza hospitalar ficam a cargo da empresa terceirizada, trazendo ao contratante a vantagem de poupar tempo e dinheiro com processos seletivos. Além disso, o treinamento e os direitos dos trabalhadores também são de responsabilidade da terceirizada.

“Por motivos como esses, os serviços terceirizados de limpeza garantem agilidade e reduções de custos para as instituições de saúde. A economia gerada pode ser percebida durante o orçamento anual da contratante, trazendo a possibilidade de investimentos em melhorias para a unidade”, conclui.

16 comentários em “Economia em saúde: quanto custa um paciente infectado?
Angela Maria do nacimiento disse:

euros querío faser parti desta enpresa

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Meirevam ferreira da silva disse:

a procura de trabalho

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Jeniffer Karoline Soares dos Santos disse:

Quero trabalhar vocês temos experiência nessa área de limpeza Trabalhei 3 anos

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Venho através desta apresentar meu interesse em fazer parte do quadro de colaboradores desta empresa entre minhas características básicas encontram se adaptabilidade vim na buscar pela minha primeira oportunidade de emprego mim comprometo mi a prender tudo o que mim for colocado com intuito de cresce profissionalmente e proporcionar resultados positivos para empresa sem mais agradeço esperando uma breve e agradável respostas

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Edina Maria Martins disse:

Como tenho vontade de trabalhar nessa empresa daguima

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Andréia Bulgurlu disse:

Eu quero

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Andréia Bulgurlu disse:

Eu quero trabalhar com vcs aprende tudo que vcs tem para mi

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