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Índice do Conteúdo

A valorização de condomínios corporativos e shoppings centers vai muito além de localização ou padrão construtivo. Gestores, administradores e investidores estão cada vez mais atentos a fatores que impactam custos operacionais, reputação do ativo e a experiência diária de quem circula pelos espaços. É nesse cenário que as práticas ESG deixam de ser apenas uma diretriz institucional e passam a influenciar diretamente decisões de gestão e investimento.

Dentro da operação predial, a limpeza sustentável ocupa um papel estratégico. Mais do que uma rotina básica, ela reflete como o empreendimento lida com eficiência no uso de recursos, saúde dos ambientes, conformidade regulatória e governança operacional, aspectos que impactam tanto a percepção de valor quanto o desempenho financeiro do ativo.

Ao longo deste artigo, mostramos como práticas de limpeza alinhadas ao ESG contribuem para elevar o valor do metro quadrado, fortalecer a reputação dos empreendimentos e melhorar o desempenho global de condomínios corporativos e shoppings, conectando a sustentabilidade à gestão prática do dia a dia.

O que significa ESG no contexto de facilities?

img1 - ESG em facilities: como práticas de limpeza sustentável valorizam o metro quadrado de condomínios e shoppings

ESG em facilities significa aplicar os princípios ambientais, sociais e de governança diretamente na gestão predial, conectando as operações diárias às metas estratégicas de sustentabilidade das organizações. Na prática, isso transforma a área de facilities em um braço operacional do ESG, responsável por traduzir diretrizes corporativas em ações concretas no cotidiano dos edifícios.

No pilar ambiental, o ESG em facilities envolve iniciativas como eficiência energética, uso racional da água, gestão responsável de resíduos e escolha de insumos com menor impacto ambiental. Já no pilar social, inclui práticas voltadas ao bem-estar ocupacional, à saúde e segurança das pessoas que frequentam o ambiente. No pilar de governança, o foco está em processos éticos e transparentes, conformidade legal e padronização operacional.

Como os pilares ambiental, social e de governança se aplicam às operações prediais?

Enquanto o conceito de ESG define a direção estratégica, a aplicação dos seus pilares nas operações prediais acontece no nível tático e operacional, orientando decisões diárias da gestão de facilities:

Ambiental

Abrange a gestão eficiente de recursos e a redução dos impactos ambientais da operação predial, incluindo consumo racional de energia e água, gestão de resíduos, redução de emissões operacionais e a adoção de insumos de menor impacto, como produtos de limpeza biodegradáveis e equipamentos mais eficientes.

Social

Relaciona-se à criação de ambientes seguros, saudáveis e acessíveis. Envolve práticas voltadas à saúde e segurança ocupacional, qualidade do ar interno, conforto dos usuários e valorização das equipes operacionais e prestadores de serviço, impactando diretamente a experiência de quem utiliza o espaço diariamente.

Governança

Refere-se à estruturação de processos claros e responsáveis, com foco em compliance, transparência e padronização. Inclui políticas de compras éticas, critérios objetivos para seleção e avaliação de fornecedores, contratos orientados por indicadores de desempenho e controle das rotinas operacionais.

Quando aplicados integradamente, esses três pilares tornam a gestão predial mais eficiente, previsível e alinhada às exigências regulatórias e às expectativas de investidores, usuários e do mercado imobiliário como um todo.

Por que a limpeza sustentável é um componente estratégico do ESG em condomínios e shoppings?

Quando os princípios de ESG são incorporados à gestão de facilities, o desafio deixa de ser o que fazer e passa a ser onde e como materializar essas diretrizes na operação diária. Em condomínios corporativos e shoppings centers, poucas rotinas operacionais são tão recorrentes, mensuráveis e perceptíveis quanto a limpeza.

A limpeza sustentável traduz o ESG para a prática diária e visível dos empreendimentos, funcionando como um ponto de contato direto entre estratégia, operação e experiência do usuário. Diferentemente de iniciativas estruturais ou de longo prazo, a limpeza impacta imediatamente a percepção de qualidade, cuidado e responsabilidade ambiental por parte de usuários, lojistas, administradoras e investidores.

As escolhas de produtos, técnicas de higienização, gestão de resíduos e uso de água e energia influenciam não apenas os custos operacionais, mas também o alinhamento do empreendimento às metas ambientais, sociais e de governança. De acordo com a JLL, mais de 70% dos investidores institucionais consideram práticas operacionais sustentáveis um fator relevante na avaliação de ativos imobiliários comerciais, reforçando o papel estratégico da limpeza sustentável na valorização dos empreendimentos.

Quais são os impactos da limpeza sustentável na saúde, no bem-estar e na experiência de usuários?

A limpeza sustentável é percebida antes mesmo de ser explicada. Ela está no ar mais leve, na ausência de odores fortes, no conforto de circular por ambientes que não causam irritação, desconforto ou sensação de descuido. Para quem trabalha, frequenta ou administra condomínios corporativos e shoppings, esses detalhes influenciam diretamente a forma como o espaço é vivido no dia a dia.

Ao priorizar produtos de baixa toxicidade e com menor emissão de compostos orgânicos voláteis (VOCs), a limpeza sustentável contribui para a melhoria da qualidade do ar interno, reduz riscos sanitários e protege tanto os usuários quanto as equipes operacionais. Os resultados são ambientes mais seguros, saudáveis e agradáveis, que favorecem a permanência, o bem-estar e a confiança de quem utiliza o espaço regularmente.

Esse impacto é mensurável. Estudos do World Green Building Council indicam que ambientes internos mais saudáveis podem aumentar a satisfação dos usuários em até 30%, além de influenciar positivamente o tempo de permanência em shoppings e a taxa de ocupação em condomínios corporativos. Quando o cuidado com o ambiente é percebido, a experiência melhora, e isso se reflete diretamente na imagem e no valor do empreendimento.

Qual a relação entre eficiência de recursos e sustentabilidade operacional?

Ambientes mais saudáveis e confortáveis, como os descritos anteriormente, só se mantêm ao longo do tempo quando a operação predial é eficiente e bem estruturada. Na prática, saúde, bem-estar e sustentabilidade caminham juntos com o uso inteligente de recursos.

Na limpeza predial, a eficiência operacional se traduz em escolhas técnicas que reduzem desperdícios sem comprometer a qualidade: diluição adequada de produtos, uso de equipamentos de baixo consumo, aplicação de microfibras de alta eficiência e otimização das rotinas de limpeza. Essas práticas diminuem o consumo de água, energia e insumos, ao mesmo tempo em que mantêm padrões elevados de higiene e conforto para os usuários.

Além do impacto ambiental, os ganhos são financeiros. Relatórios da McKinsey, uma das principais consultorias globais em estratégia e gestão, indicam que organizações que adotam práticas operacionais mais eficientes podem reduzir em até 15% os custos associados a insumos e consumo de recursos. Essa eficiência fortalece o desempenho financeiro do empreendimento e cria uma base sustentável para a manutenção dos benefícios percebidos na experiência dos usuários ao longo do tempo.

Como a limpeza sustentável contribui para indicadores de valorização patrimonial

img2 - ESG em facilities: como práticas de limpeza sustentável valorizam o metro quadrado de condomínios e shoppings

Depois de entender como a limpeza sustentável impacta a experiência diária dos espaços e a eficiência no uso de recursos, o próximo passo é observar como esses fatores se refletem na valorização do ativo imobiliário. O valor do metro quadrado não é definido apenas por localização ou padrão construtivo, mas pela capacidade do empreendimento de manter qualidade, previsibilidade operacional e boa percepção ao longo do tempo.

Nesse contexto, a limpeza sustentável atua como um elemento silencioso, porém decisivo, da conservação predial. Ela contribui para a preservação dos ambientes, reduz desgastes prematuros, apoia a segurança sanitária e reforça a sensação contínua de cuidado, aspectos percebidos por visitantes, colaboradores, lojistas, administradoras e investidores.

Ao longo do tempo, operações bem estruturadas e alinhadas a critérios ESG ajudam a reduzir riscos operacionais, evitar custos corretivos e sustentar padrões elevados de qualidade. Em mercados cada vez mais atentos à gestão responsável dos ativos, esses fatores criam condições mais favoráveis para retenção de ocupantes, estabilidade de receitas e fortalecimento do valor patrimonial dos condomínios corporativos e shoppings.

Esses indicadores refletem a soma de processos bem geridos, nos quais a limpeza sustentável exerce um papel relevante dentro da gestão integrada do empreendimento.

O papel do ESG e de parceiros estratégicos na competitividade e reputação dos empreendimentos

Tudo isso só se sustenta quando sai do discurso e entra, de fato, na rotina do empreendimento. Na prática, metas de ESG não se aplicam sozinhas: elas dependem de parceiros capazes de executar, acompanhar e ajustar processos diariamente, com consistência e responsabilidade operacional.

É nesse ponto que as empresas de facilities assumem um papel estratégico. Mais do que fornecer serviços, elas ajudam a transformar diretrizes ESG em práticas concretas, garantindo:

  • Transparência e governança: controle de processos, rastreabilidade de insumos, conformidade legal e auditorias periódicas.
  • Consistência operacional: padronização de rotinas, estabilidade na entrega dos serviços e monitoramento contínuo de desempenho.
  • Menor impacto ambiental: redução do consumo de recursos naturais e da geração de resíduos.
  • Alinhamento ao mercado: aderência a critérios ESG valorizados por investidores, administradoras e órgãos reguladores.

Fornecedores especializados são fundamentais para transformar o ESG em prática contínua e mensurável nas operações prediais.

Quais práticas ESG podem ser aplicadas à limpeza predial em facilities

Depois de entender o papel estratégico da limpeza sustentável e a importância de parceiros capazes de sustentar diretrizes ESG no dia a dia, o passo seguinte é olhar para a prática. Na operação predial, o ESG se materializa por meio de decisões técnicas, escolhas de gestão e rotinas bem definidas que garantem eficiência, segurança e consistência ao longo do tempo.

Na limpeza predial, essas práticas incluem:

  • Produtos certificados: utilização de produtos biodegradáveis, com menor impacto ambiental e baixa toxicidade, certificados por órgãos reconhecidos.
  • Equipamentos eficientes: lavadoras automáticas, acessórios de microfibra e equipamentos de baixo consumo que reduzem uso de água, energia e insumos.
  • Treinamento contínuo: capacitação das equipes em diluição correta, manuseio seguro de produtos, boas práticas ambientais e padrões operacionais sustentáveis.

Essas práticas tornam a limpeza mais eficiente, segura e alinhada às diretrizes ESG.

H3 Como implementar uma gestão sustentável de insumos nas rotinas de limpeza

A gestão sustentável de insumos exige controle detalhado dos materiais utilizados e dos resíduos gerados. Isso inclui inventário de insumos, planejamento de compras baseado em consumo real, armazenamento correto, padronização de produtos e definição de métricas de consumo. Esse controle reduz desperdícios, melhora a eficiência operacional e fortalece a governança das operações de limpeza.

H3 De que forma tecnologias de baixo consumo qualificam operações de limpeza sustentável

A adoção de tecnologias de baixo consumo não está ligada apenas à redução de impactos ambientais, mas à qualificação da própria operação de limpeza. Quando bem aplicadas, essas soluções ajudam a tornar as rotinas mais previsíveis, eficientes e fáceis de controlar, algo essencial em ambientes de alta circulação, como condomínios corporativos e shoppings.

Lavadoras com menor consumo de água, sistemas automáticos de diluição, sensores de dosagem, microfibras de alta retenção e equipamentos elétricos mais eficientes permitem reduzir desperdícios sem comprometer o padrão de higiene. Ao mesmo tempo, aumentam a produtividade das equipes e facilitam a padronização das rotinas, criando uma operação mais consistente, segura e alinhada às diretrizes de sustentabilidade.

Mais do que tecnologia pelo impacto ambiental em si, trata-se de usar recursos que ajudam a entregar qualidade com menos variáveis, menos retrabalho e maior controle operacional.

Como critérios de governança orientam escolhas de materiais e fornecedores em facilities

Se tecnologias e práticas sustentáveis qualificam a operação, é a governança que garante que essas escolhas sejam mantidas ao longo do tempo. Em facilities, critérios de governança orientam decisões que vão além do preço imediato, considerando riscos, conformidade e capacidade de entrega dos fornecedores.

Isso envolve selecionar parceiros certificados, garantir rastreabilidade de insumos, estabelecer contratos com indicadores claros de desempenho e manter processos de auditoria e conformidade ambiental e trabalhista. Essas decisões criam uma base mais sólida para a operação e reduzem exposição a falhas, passivos e inconsistências na entrega dos serviços.

Não por acaso, entidades como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa reforçam a governança como um dos pilares da sustentabilidade de longo prazo, especialmente em operações complexas e contínuas como a gestão predial.

Como a Guima Conseco integra ESG para elevar o padrão de limpeza e agregar valor à empreendimentos comerciais

img3 - ESG em facilities: como práticas de limpeza sustentável valorizam o metro quadrado de condomínios e shoppings

Na prática, integrar ESG à limpeza predial exige mais do que boas intenções. É preciso estruturar processos, definir critérios técnicos e garantir que as diretrizes de sustentabilidade se mantenham consistentes na rotina operacional dos empreendimentos.

É nesse contexto que a Guima Conseco atua, aplicando os princípios de ESG por meio de operações de limpeza orientadas à eficiência no uso de recursos, à padronização das rotinas e à supervisão técnica contínua. Essa abordagem permite elevar o padrão de limpeza, apoiar a gestão predial e contribuir para a conservação e valorização de condomínios corporativos e shoppings ao longo do tempo.

Ao tratar a limpeza sustentável como parte da estratégia operacional, a Guima Conseco ajuda administradoras e gestores a transformar exigências ESG em práticas concretas, alinhadas às demandas do mercado e à realidade dos empreendimentos.

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