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Postado por: Soraya Falbo
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Volta às aulas: como manter a segurança dos estudantes?

Com a pandemia da Covid-19 todas as empresas e instituições de atendimento ao público, inclusive na área de educação, passaram a ter a obrigatoriedade de seguir protocolos rígidos de limpeza e desinfecção

A pandemia da covid-19 completou oito meses no Brasil. Muitas lições foram aprendidas durante esse período e processos foram repensados para garantir maior segurança à população. Entre eles está a higienização dos ambientes escolares, que antes se assemelhava com os métodos de limpeza doméstica. Hoje, essa atividade exige materiais, equipamentos, utensílios e produtos específicos, além da adequada capacitação dos profissionais responsáveis por esse trabalho.

O país ainda vive incertezas quanto ao controle da disseminação do coronavírus em todo o seu território. Alguns estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, registraram aumento na média móvel de mortes ou internações por covid-19 em novembro. Nesse cenário instável, ao longo de tantos meses, os debates sobre a retomada presencial das aulas nas redes pública e privada foram intensos. Algumas instituições ainda mantêm o ensino à distância.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o fechamento das escolas ajudou a prevenir mais de 1,57 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 90% da população estudantil global em 190 países.

“O fechamento das escolas tem impactos profundos na vida de crianças e adolescentes. Com o início da pandemia no Brasil, em março, estima-se que 44 milhões de estudantes ficaram longe das salas de aula. Tendo em vista as diferentes realidades brasileiras, as opções de atividades para a continuidade das aprendizagens em casa não estão se dando de forma igual para todos. Manter as escolas fechadas por muito tempo pode agravar ainda mais as desigualdades de aprendizagem no país, impactando em especial meninas e meninos em situação de vulnerabilidade”, explicou Florence Bauer, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil, em entrevista recente.

O ano está chegando ao fim e, a partir do dia 1° de janeiro de 2021, o primeiro grande desafios dos novos gestores municiais na educação será decidir como serão as aulas durante os próximos períodos letivos. E, além de definir o calendário educacional, deverão recomendar medidas de segurança para os alunos que voltarão às escolas e universidades.

Arturo Claudio Carvacho Cortez, diretor Operacional Adjunto da Guima ConSeCo, explica que os municípios e instituições de educação que optaram por reabrir as atividades escolares ainda em 2020 tiveram como referencial os Protocolos Sanitários Setoriais da Educação de cada estado, seguindo normas de limpeza e desinfecção de ambientes com risco de contaminação biológica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Sobre a retomada dessas atividades em 2021, ele destaca que “não podemos nos esquecer de que as informações e recomendações mudam com o passar do tempo, e que os protocolos atuais podem sofrer alterações conforme o conhecimento sobre o vírus é expandido”. Hoje, de acordo com os protocolos atuais, as salas de aulas devem ser limpas entre as trocas de turnos. Já as bancadas de laboratórios e outros espaços de atividades práticas devem ser higienizadas antes de cada aula.

 

Higiene e limpeza nas escolas: o que já mudou?

Com o surgimento da pandemia do novo coronavírus, todas as empresas e instituições de atendimento ao público passaram a ter a obrigatoriedade de seguir protocolos rígidos de limpeza e desinfecção. Na área de educação não foi diferente. A utilização de produtos específicos, instalação de dispensers com álcool em gel 70% nas unidades e obrigatoriedade do uso de máscaras nesses ambientes não foram as únicas mudanças para esse setor.

Uma das principais transformações foi a conscientização sobre a diferença entre limpeza e desinfecção, e qual a importância de promover ambientes seguros e livres de microrganismos. Antes dessa crise mundial de saúde, as instituições de ensino realizavam procedimentos de limpezas mais simples. “Hoje existe uma compreensão maior sobre a desinfeção de superfícies ser uma das ações mais eficazes para a redução do risco de contaminação cruzada (transferência acidental, direta ou indireta de vírus, fungos e bactérias) pelo coronavírus a partir do ambiente”, diz Cortez.

Ele ressalta que a limpeza é a remoção da sujidade aparente de superfícies e ambientes. Geralmente, esse processo é realizado com água, detergente e a ação mecânica manual. Por outro lado, a desinfeção é um processo que reduz a população microbiana mediante a ação de soluções desinfetantes.

Outra importante mudança no setor de educação durante a pandemia se deve à diferença entre a atenção na limpeza e desinfecção das diferentes categorias de instituições. “Quando falamos de escolas infantis, temos que redobrar os cuidados com a limpeza de superfícies, pois os objetos que as crianças tocam com maior frequência ou colocam na boca, requerem maior atenção. Por esta razão nas escolas de educação infantil preconizamos o enxágue após a ação da solução desinfetante”, explica o diretor Operacional Adjunto da Guima ConSeCo.

 

Processo completo: do diagnóstico à desinfecção

Como estamos lidando com um vírus, ou seja, uma doença infecciosa, a diminuição e a interrupção da sua transmissão são as melhores medidas para mitigar o impacto da pandemia. Contudo, para se adequar aos novos padrões, muitas empresas precisam contar com terceiros que sejam especializados no serviço de limpeza e desinfecção de ambientes.

A Guima ConSeCo é referência nacional em facilities e disponibiliza para o mercado profissionais habilitados, recursos tecnológicos, detergentes e desinfetantes de primeira linha, e procedimentos validados conforme normas da Anvisa, que garantem a segurança no processo de limpeza e desinfecção de superfícies. “Oferecemos o processo completo: diagnóstico, planejamento e dimensionamento da necessidade de recurso material e tecnológico, elaboração e desenvolvimento do treinamento da equipe operacional, implantação de rotinas de trabalho, acompanhamento e validação do projeto”, ressalta Cortez.

Além disso, ele reitera que a Guima ConSeCo utiliza tecnologia e produtos que proporcionam de forma simultânea a limpeza e desinfecção das superfícies, sem necessidade de enxágue, reduzindo gastos, evitando a utilização de diversos produtos ou utensílios para executar a limpeza. Desta forma obtemos processos simplificados e seguros, com maior economia e produtividade.

16 comentários em “Volta às aulas: como manter a segurança dos estudantes?
Lenita de Sousa disse:

gostaria de fazer parte da equipe de trabalho da empresa , com uma oportunidade de trabalhar nas escolas de segunda a sexta com dedicação e responsabilidade .

Soraya Falbo disse:

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Dinalva disse:

Olá boa noite gostaria muito de trabalhar eu preciso muito me ajudar obrigada que Deus abençoe

Soraya Falbo disse:

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Fernanda Dantas disse:

quero trabalhar pois tenho em terece em aprender

Soraya Falbo disse:

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Ana Carolina Pereira Silva disse:

“Procuro uma efetivação no mercado para colocar em prática o que aprendi ao longo do meu tempo como profissional, desenvolvendo minhas habilidades e contribuindo para o crescimento da empresa.”

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Ana Carolina Pereira Silva disse:

Gostaria de
efetivação no mercado para colocar em prática o que aprendi ao longo do meu tempo como profissional, desenvolvendo minhas habilidades e contribuindo para o crescimento da empresa.

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Olá, agradecemos o interesse em fazer parte da nossa equipe. Para se candidatar a uma vaga, você pode se cadastrar no site: https://www.guimaconseco.com.br/ clicando no botão “Trabalhe Conosco”.

Luciene Souza pontes disse:

Gostaria muito de uma oportunidade

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